https://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/issue/feedCrítica Educativa2020-12-31T20:12:56+00:00Profa. Dra. Bárbara Sicardi Nakayamacriticaeducativa.ufscar@gmail.comOpen Journal Systems<div><strong><em>Crítica Educativa</em></strong> é um periódico articulado pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSCar <em>Campus</em> Sorocaba (PPGEd). Aberto à comunidade acadêmica nacional e internacional, <strong><em>Crítica Educativa </em></strong>tem como objetivo possibilitar a publicação de trabalhos que contribuam com o desenvolvimento científico, com a atualização do conhecimento e sua difusão na área da educação.</div> <div> </div>https://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/468CARTA À PIERA BRIGATTI: UMA EDUCADORA ÉTICO-CRÍTICA2020-11-02T16:19:58+00:00Demétrio Delizoicovdemetrio.neto@ufsc.br<p>Em estilo Carta Pedagógica são abordados aspectos da formação de um casal de educadores. Argumenta-se que o processo formativo envolvido contribuiu para a implementação e contextualização da concepção de Paulo Freire em escolas de redes públicas.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/476TEMPOS DE CONSTRUÇÃO2020-11-05T01:41:40+00:00Luci Guidioguidiogm@icloud.com<p>O texto apresenta o processo formativo vivido na gestão Paulo Freire em São Paulo a partir da problematização da prática docente, do diálogo permanente e da formação das(os) educadoras(es) para a implementação da política de construção curricular emancipatória.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/474CONTRA A MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO E EM DEFESA DA ESCOLA CIDADÃ2020-11-01T22:29:27+00:00Telma Temoteo dos Santostemoteo.telma@gmail.com<p>O presente trabalho discorreu sobre como a mercantilização da educação modula na formação dos sujeitos. Trata-se de uma carta aos professores no sentido de dialogar em como produzir reflexões sobre estes dois importantes temas: educação como mercadoria versus educação para a cidadania. Neste sentido, sabe-se que para defender os modelos de educação que se voltam para o contexto dos sujeitos e ocupam-se em dialogar com as expressões multiculturais e singulares das sociedades é necessário fazer uma crítica contundente ao tratamento dado ao tema educação nas últimas décadas. Desde a incursão de setores internacionais no modo de perceber a educação ao desmonte sistematizado e estrutural da educação brasileira por políticas públicas neoliberais. Essas políticas dão prioridade a formação acrítica dos sujeitos, cujo sentido prioritário seria fornecer conhecimentos que os levem a exercer profissões sem expectativas de crescimento ou ainda incapazes de participarem dos processos decisórios da sociedade. Assim, ao defender a escola como um espaço de fomento a cidadania, pensa-se na formação crítica e contundente de sujeitos que serão protagonistas, autônomos e preceptores na tomada de decisões que não apenas os beneficiem a nível individual como também para a sociedade que fazem parte. Inclusive, pensando nos sujeitos ainda excluídos dos processos decisórios, como as minorias sociais. Deste modo, a escola cidadã em seu projeto institucional se ocupará não apenas do ensino propedêutico mas também da formação para a defesa da vida.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/469 TRAJETÓRIAS ACADÊMICAS FORMATIVAS ORIENTADAS PELO MESTRE: DA ABORDAGEM TEMÁTICA FREIREANA À EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICO-TRANSFORMADORA2020-11-02T16:23:31+00:00Juliana Rezende Torresjulianart@ufscar.br<p>O objetivo dessa carta é explicitar a participação orientadora do professor Demétrio no meu processo de formação acadêmica, da graduação à pós-graduação. Ao longo dessa trajetória orientada pelo Mestre discorro sobre a influência da Pedagogia Libertadora, a partir da dinâmica de Abordagem Temática Freireana, para a proposição via tese e explicitação da concepção de Educação Ambiental Crítico-Transformadora, de base freireana, pautada pelo processo de Investigação e Redução Temática via temas geradores. Nesse contexto, vou trazendo à tona categorias freireanas que perpassaram por essa trajetória formativa orientada por Demétrio, destacando as implicações do seu papel de educador e de pesquisador freireano para a formulação de políticas públicas e de práticas educativas sustentadas pela ideia-força que existe uma intrínseca relação entre Democracia Participativa e Educação Cidadã.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/463ANA, VOCÊ SE RECORDA DO PROJETO ESCOLA CIDADÃ?2020-11-02T02:41:46+00:00Henrique Freyhenriquefrey@yahoo.com.br<p>O presente texto apresenta um diálogo entre professor e aluna ao retomar a memória da realização de uma proposta de pesquisa no âmbito da disciplina de Sociologia no ano de 2016 em uma escola particular de Itu-SP. O professor, inicialmente, apresenta alguns questionamentos sobre a sua prática docente a partir das proposições feitas por Paulo Freire para a então aluna e, agora, pedagoga, Ana Julia. O diálogo acerca da memória da atividade, que se preocupava em investigar a questão da fome no município, proposta quando a aluna cursava o segundo ano do Ensino Médio, versa sobre uma prática pedagógica que resultou na promulgação da lei municipal nº 1.886/2017 cujo projeto teve redação feita pelos estudantes. Por fim, procura-se discutir o sentido da educação cidadã e os possíveis caminhos para a sua implementação nas escolas.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/464ESPERANÇAR NO COLETIVO: CARTA ÀS MINHAS ALUNAS DE ESTÁGIO2020-11-02T02:48:08+00:00Lucimar Rosa Diaslucimardias1966@gmail.com<p>A troca de Cartas Pedagógicas fez parte das atividades previstas nas disciplinas Organização do Trabalho Pedagógico (OTP) e Prática Pedagógica C – Estágio Supervisionado na Organização Escolar realizadas por meio do ensino remoto na Universidade Federal do Paraná entre os meses abril e maio de 2020. Este período inicial foi intitulado: “O estágio como experiência e o sujeito estagiário – ou, tornando-se pedagogo/a no contexto da pandemia”, previa estimular as alunas a fazerem reflexões sobre si e a formação pedagógica e registrá-las em diário correlacionando com os textos lidos durante as disciplinas e as discussões realizadas nos encontros virtuais e ao final ocorreu a troca entre as alunas de Cartas Pedagógicas para trocar as notas sobre a experiência do processo formativo vivido até aquele momento. A que se apresenta neste texto é a Carta da professora para as alunas ao final desta etapa, na qual ela apresenta o esperançar construído na vivencia da partilha da formação entre alunas e professora em tempos de pandemia da Covid-19.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/457EDUCAÇÃO DE TEMPO INTEGRAL: FORTALECIMENTO DE RELAÇÕES E COMPROMISSO SOCIAL2020-11-02T01:43:13+00:00Marta Nornbergmartanornberg0@gmail.comLetícia Pacheco dos Reis Westphallezinhawestphal@gmail.com<p>A Carta Pedagógica convida para a reflexão sobre uma experiência de Educação de Tempo Integral realizada em escola da rede municipal de Porto Alegre. O destinatário é o professor Fernando Haddad porque a proposta pedagógica desenvolvida foi inspirada em programas implementados durante a sua gestão no Ministério da Educação. A experiência é refletida com base em dois focos temáticos: o fortalecimento das relações e o compromisso social da escola. Esses temas foram apontados por crianças, professores, gestores e familiares como conquistas decorrentes da proposta, pois ampliaram as práticas de participação e impulsionaram o diálogo pedagógico e a democracia. A escola pública e o direito à educação de tempo integral são apresentados como bens inalienáveis e fundamentais para a garantia da dignidade e da cidadania de cada brasileira e cada brasileiro.</p> <p> </p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2021 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/485O TORNAR-SE PESQUISADOR EM EDUCAÇÃO2020-12-29T19:18:19+00:00Joaquim Gonçalves Barbosajoaquim.barbosa60@gmail.comCamila Pessoa Sousa da Silva mila.sousa9@gmail.com<p>O presente texto tem com propósito apresentar a itinerância formativa de uma pesquisadora iniciante, a partir do trabalho intitulado “Sentido de vida, multirreferecialidade e currículo formação: vivência com jovens do ensino médio numa escola pública em Mossoró-RN”, requisito para a conclusão do Mestrado em Educação, Programa de Pós-Graduação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)<em>.</em> A pesquisa se estruturou a partir dos seguintes objetivos: conhecer a perspectiva do estudante do terceiro ano do ensino médio, para imprimir sentido à educação recebida, observar os desafios e entraves encontrados para essa elaboração e identificar expectativas futuras após o término do curso estudado. O trabalho procurou refletir em atos um processo de formação que considera as questões existenciais sob a ótica de uma visão plural, compreendendo a complexidade do vivido e do sentido. Desse modo, espera-se contribuir para a educação com o que há de mais específico da condição humana, que é a possibilidade de buscar e dar sentido à própria existência.</p>2020-12-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/484APRENDIZAGENS DOCENTES MOBILIZADAS EM PROJETOS DESENVOLVIDOS NA RELAÇÃO UNIVERSIDADE E ESCOLA2020-12-22T22:54:56+00:00Douglas da Silva Tintitinti@ufop.edu.brMaria Heloisa Aguiar da Silvamaria.silva@unicid.edu.br<p>O presente artigo tem por objetivo identificar as aprendizagens docentes que foram mobilizadas pelo desenvolvimento de projetos oriundos de parcerias entre universidade e escola. Para tanto, foi realizada uma metasíntese qualitativa a partir da análise de dez relatórios finais elaborados pelos bolsistas PIBID de uma instituição privada de ensino que fomentou, com recursos próprios, tais projetos. A análise ancora-se na perspectiva da Teoria da Aprendizagem Situada, a qual indica que toda atividade (incluindo a aprendizagem) é situada nas relações entre pessoas, contextos e práticas. A análise dos relatórios possibilitou a caracterização das aprendizagens, por meio de três categorias: estratégias/metodologias de ensino, recursos didáticos e gestão de sala de aula. Os dados indicam que os projetos desenvolvidos possibilitaram a imersão no contexto escolar, a reflexão, o planejamento, a implementação e a avaliação de propostas de intervenção pedagógica. Concluímos ressaltando a importância de projetos que concebam a escola enquanto <em>lócus</em> privilegiado de formação docente e aponta-se a consolidação das parcerias entre universidades e escolas como possíveis caminhos para a compreensão e ampliação do debate acerca das questões que envolvem Teoria e Prática na Formação de Professores.</p>2020-12-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/425O ESTADO DA ARTE SOBRE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES2020-12-03T22:13:56+00:00Jeniffer Rafaella Matoso Vieira da Rosajeniffermatoso@gmail.comMárcio Akio Ohiramaohira@hotmail.comAna Lúcia Pereira Bacconana.baccon@hotmail.comLucken Bueno Lucasluckenlucas@uenp.edu.brA formação inicial de professores compõe uma das etapas da formação docente que contribui para o seu desenvolvimento profissional docente. O presente artigo, portanto, tem como objetivo realizar um levantamento das pesquisas sobre a formação inicial de professores na última década. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo estado da arte, realizada a partir de artigos publicados em periódicos Qualis/CAPES com estratos A1 e A2. Os resultados permitem apontar que os principais temas sobre formação inicial de professores identificados nos artigos analisados na última década centram-se principalmente em: Estratégias Pedagógicas, Tecnologia de Informação e Comunicação, Estágio supervisionado, Identidade Profissional, Articulação Teoria e Prática e Saberes Docentes. Nossos resultados revelam ainda que a Formação Inicial de Professores é uma etapa importante para que o licenciando construa alguns saberes docentes que contribuem para a construção da sua identidade profissional.2020-12-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/382REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA E DEFICIÊNCIA FÍSICA NA ÁREA DA EDUCAÇÃO2020-08-14T07:19:26+00:00João Henrique da Silvajhsilvamg@icloud.comEmerson Takumi Yamagutiemerson.yan@hotmail.com<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>A Tecnologia Assistiva (TA) tornou-se um campo fértil para pesquisas e práticas no campo educacional, em virtude da política da educação inclusiva. Todavia, a confecção e a implementação da TA na instituição escolar exigem um estudo aprofundado para beneficiar a aprendizagem do aluno com deficiência. Dessa forma, o presente artigo analisa os estudos sobre a confecção e implementação da Tecnologia Assistiva para estudantes com deficiência física, buscando evidenciar os benefícios da TA para o ensinoaprendizagem, currículo e inclusão escolar.</span><span> Trata-se de uma revisão sistemática dos </span><span>artigos disponibilizados na biblioteca digital SciELO que abordam o tema da confecção, uso e implementação de TA para alunos com deficiência física que frequentam a instituição escolar. O corpus final resultou em oito artigos que apresentam diversas metodologias de TA, as quais possibilitaram melhorar a acessibilidade no ensino aprendizagem, promover a autonomia e a independência, fomentar as habilidades funcionais de alunos com deficiência física. Todavia, os estudos não indicam a articulação entre TA e currículo escolar, embora evidencie a imprescindibilidade da TA na promoção de uma escola inclusiva. Conclui-se que as tecnologias assistivas são fundamentais para remover as barreiras nos diferentes níveis e ordens, bem como para promover o direito à educação.</span></span></span></p>2020-12-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/448CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS PARA A ANÁLISE DAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS: GRAMSCI, BOURDIEU E MÉSZÁROS2020-08-13T18:24:17+00:00Marta Rosani Taras Vazmartarosanni@hotmail.comEste texto tem por objetivo apresentar três perspectivas teóricas que podem contribuir para a análise das políticas educacionais, contribuindo com este campo de investigação. Trata-se dos intelectuais Antônio Gramsci, Pierre Bourdieu e Istvan Mészáros, em seus textos, respectivamente, <em>Caderno 11</em> dos Cadernos de Cárcere Vol. 1, <em>Curso de 7 de fevereiro de 1991</em> (Sobre o Estado) e <em>A</em><em> reconstrução necessária da dialética histórica</em>. Entendemos que esses autores, nos textos analisados especificamente, possuem divergências e convergências, além de trazer importantes contribuições para área da educação.2020-12-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/428EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS: RELAÇÃO ENTRE CONCEPÇÕES DE ESTUDANTES E PROFESSORES SOBRE CIÊNCIAS E ATIVIDADES EXPERIMENTAIS2020-08-14T06:22:15+00:00Caian Cremasco Receputicaian.receputi@gmail.comThaiara Magro Pereirathaiara.mp@hotmail.comDaisy de Brito Rezendedbrezend@iq.usp.brEste artigo tem por objetivo discutir sobre a potencialidade da experimentação no ensino de Ciências, a partir dos resultados encontrados na literatura acerca dessa temática. Os resultados apontam que há mudanças nas concepções de estudantes e professores sobre atividade científica. A experimentação é um aspecto basilar para essas concepções. É consenso entre os pesquisadores que as atividades experimentais de cunho investigativo têm a potencialidade de desenvolver nos estudantes as habilidades investigativas, conceitos científico-escolares e uma visão mais positiva das Ciências. Conclui-se que é importante que os professores de Ciências em formação vivenciem práticas de ensino que fomentem a relação entre os aspectos da Natureza das Ciências com as atividades experimentais de cunho investigativo.2020-12-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/480ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ESCOLAR DURANTE A PANDEMIA COVID-19: NARRATIVAS (AUTO)BIOGRÁFICAS2020-12-16T22:18:16+00:00Ana Amélia Corrêa Maiaana_amelia_m@hotmail.comTércio Valim Ormondetvormonde@yahoo.comLeandro Limoni de Campos Fonsecalldcfonseca@gmail.comCristina Maria D´ ´Antona Bachertcristinabachert@gmail.com<p>As duas narrativas (auto)biográficas descrevem as vivências no estágio de Psicologia Escolar realizado durante a pandemia do Covid-19. A pesquisa concentrou-se em compreender o impacto desta conjuntura na realização das atividades práticas, considerando o que está disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Psicologia (DCNs). A análise textual das nossas narrativas apontou como resultado congruências com relação ao desenvolvimento das competências descritas nas DCNs. O método (auto)biográfico nos proporcionou a construção de um sentido pessoal marcante que favoreceu a apropriação dos conceitos teóricos e práticos empregados durante a nossa formação.</p>2020-12-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/446UM MODO DE LER A CONSTRUÇÃO DA CONDIÇÃO DOCENTE DE PROFISSIONAIS BACHARÉIS QUE LECIONAM NO ENSINO SUPERIOR2020-08-14T06:04:15+00:00Rodrigo Alves dos Santosrodrigo.alves@cefetmg.brRonaldo Alves Duarteronaldosocial1@gmail.com<p>De que espaços profissionais assistentes sociais que lecionam no ensino superior da área reconhecem virem os discursos que (con)formam suas identidades docentes? As respostas a essa questão, obtidas em uma pesquisa empírica realizada com assistentes sociais professores/as do ensino superior em duas unidades da Universidade do Estado de Minas Gerais são admitidas, neste texto, como mote para o desenvolvimento de um argumento construído a partir das teorizações inspiradas nos deslocamentos conceituais propostos pelo filósofo francês Michel Foucault. Nesse contexto, as falas obtidas no estudo já mencionado corroboram com o argumento de que as identidades docentes são uma confluência de discursos advindos de um mosaico de espaços, alguns dos quais sem terem, inicialmente, a intencionalidade de contribuir para a formação docente do bacharel que assume a condição de docente do ensino superior.</p>2020-12-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/391A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA EM UMA ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU2020-08-14T06:38:08+00:00Mateus José dos Santosmateusard162@gmail.comCláudio Alves Pereiraclaudio.pereira@ifmg.edu.br<p>O presente trabalho busca investigar as percepções dos pós-graduandos em docência do Instituto Federal de Minas Gerais <em>Campus</em> Avançado Arcos. Os estudantes responderam a um questionário semiaberto encaminhado via correio eletrônico que versava sobre sua trajetória profissional e pessoal e as contribuições desta trajetória para a aprendizagem docente. Os dados foram analisados qualitativamente sob a ótica da Análise de Conteúdos de Bardin. Após a análise, observou-se que tanto os licenciados quanto os não licenciados elencaram contribuições da especialização para a sua formação pessoal, acadêmica e profissional. Ainda, foram elencados diversos desafios a serem debatidos na formação docente e a importância da formação continuada dos professores para a construção de uma prática pedagógica cada vez mais justa e democrática e que atenda às necessidades formativas dos estudantes.</p>2020-12-30T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/442A CONTRIBUIÇÃO DAS PESQUISAS COM CRIANÇAS2020-06-14T11:27:51+00:00Fabiana de Oliveirafabiana.oliveiraunifal@gmail.com<p>Este ensaio de natureza reflexiva tem como objetivo discutir e, ao mesmo tempo, ser propositivo no sentido de apresentar tendências teóricas e metodológicas do campo aberto pelos Estudos da Criança e que podem contribuir para a docência na educação infantil por meio das possibilidades apontadas pelas pesquisas com crianças. A partir das contribuições do campo das pesquisas com crianças vemos que no cotidiano da educação infantil também podemos utilizar diversas formas de considerar as culturas infantis, de compreendê-las e de registrar as manifestações que as crianças apresentam principalmente por meio do brincar. As pesquisas com crianças nos apontam que a proposição de atividades que não se pautam exclusivamente no uso da linguagem oral e escrita pode se caracterizar como um meio alternativo por meio dos usos da arte possibilitar que as crianças expressem suas ideias e opiniões.</p>2020-12-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/483DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO SUPERIOR: A LÓGICA DAS COMPETÊNCIAS EM FOCO2020-12-20T20:22:44+00:00Paulo Roberto Teixeira Juniorprofessorpaulo.rtj@gmail.com<p>As diretrizes curriculares nacionais (DCN) no ensino superior brasileiro substituíram os currículos mínimos, instituídos em tempos de regime militar. As DCN, diferentemente dos currículos mínimos, visam orientar as instituições na construção dos projetos pedagógicos sem, contudo, subtrair das instituições sua autonomia para decidir o que ensinar, como e quando. As diretrizes estabelecem fins: conjunto de habilidades e competências desejadas aos egressos de cada um dos cursos. Isso posto, esse estudo, de natureza qualitativa, documental, propôs-se a (i) inventariar e traçar uma linha cronológica de todos os cursos que aprovaram suas diretrizes curriculares e, portanto, romperam com os currículos mínimos e (ii) analisar as diretrizes curriculares nacionais de nove cursos que, no período de 2001 a 2020, já aprovaram uma segunda edição de diretrizes curriculares nacionais. Resultados apontam significativos avanços no processo de superação do modelo de currículos mínimos, baseado em conteúdos, para o de diretrizes, baseado em competências. Entretanto, ao mesmo tempo, como típico processo histórico que é, ainda há elementos recalcitrantes nesse processo, uma vez o modelo de competências, muito além de um mero artefato pedagógico, trata-se de um novo paradigma educacional.</p>2020-12-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/447APONTAMENTOS ANALÍTICOS SOBRE A FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SERVIÇO SOCIAL2020-07-07T14:47:02+00:00Mizzaely Lacerdamizzaelys@gmail.comO objetivo deste artigo é analisar os principais equívocos, particularidades e desafios que envolvem a formação profissional em Serviço Social na contemporaneidade. A partir de uma revisão bibliográfica, identificamos que o contexto de avanço da mercantilização do ensino superior, na sociedade brasileira, acaba impondo novas perspectivas de formação e novas metodologias de ensino, marcadas pelo enaltecimento da dimensão técnico-operativa e do papel do discente na formação, bem como pela desvalorização da dimensão teórico-metodológica e do papel do docente no processo de ensino-aprendizagem. Atualmente, podem ser percebidas nas chamadas metodologias ativas, que integram as pedagogias do “aprender a aprender”. Em síntese, os fundamentos dessas pedagogias apresentaram-se incompatíveis com os fundamentos ontológicos da formação profissional em Serviço Social.2020-12-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/444O LIVRO DIDÁTICO “A CONQUISTA DA MATEMÁTICA” E A INCLUSÃO DO PENSAMENTO ALGÉBRICO NO CICLO DA ALFABETIZAÇÃO2020-07-07T14:54:41+00:00Danielle Abreu Silvaabreu.danni@gmail.comKlinger Teodoro Ciríacociriacoklinger@gmail.com<p>No estudo descrito neste artigo objetivou-se analisar a natureza das tarefas matemáticas que incluem o pensamento algébrico em uma coleção de livros didáticos do ciclo da alfabetização (1º ao 3º ano), adotada por um município do interior do Estado de Mato Grosso do Sul. O referencial teórico abarca questões sobre a inserção da Álgebra no currículo dos primeiros anos e a definição de pensamento algébrico. A metodologia é qualitativa, de caráter descritivo-analítico, em que analisa-se a coleção “A conquista Matemática”, de José Ruy Giovanni Júnior. Na apreciação crítica, percebeu-se que o pensamento algébrico é introduzido na perspectiva da Aritmética generalizada, conforme coloca a literatura especializada na temática e que algumas incompreensões são localizadas nas propostas de atividades, o que anuncia à necessidade de investimentos na formação de professores neste campo.</p>2020-12-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/488DOSSIÊ DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E EDUCAÇÃO CIDADÃ: LEGADOS E REINVENÇÃO (OU TEMPOS PARA ESPERANÇAR)2020-12-31T20:12:56+00:00Ana Lúcia de Freitas0311anafreitas@gmail.comAntonio Fernando Gouvea da Silvagouvea.ufscar@gmail.comMaria Walburga dos Santoswalburgaufscar@gmail.com<p>Com o texto Democracia Participativa e Educação Cidadã: legados e reinvenção (ou Tempos para Esperançar) apresentamos dossiê que tem prerrogativa de observar, registrar e comunicar legados e invenções advindos das experiências que envolvem os termos, principalmente no que diz ao respeito ao pensamento, ações e inspirações advindas da obra de Paulo Freire. É um convite à leitura e apreciação de Cartas Pedagógicas e artigos que no limiar da segunda década do século XXI encontram sentido na construção coletiva e solidária, reforçando que em meio a desafios e adversidades, é possível <em>esperançar</em>.</p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/473ESCOLA CIDADÃ: UMA EXPERIÊNCIA CONTRA-HEGEMÔNICA2020-11-02T16:35:13+00:00Jose Clovis de Azevedoclovisazevedo45@gmail.com<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Times New Roman','serif';">Este trabalho tem como objetivo o estudo dos princípios e propostas fundamentais do projeto Escola Cidadã desenvolvidos na rede municipal pública de educação da cidade de Porto Alegre durante as administrações populares, no período de 1989 a 2004. É analisado o projeto de democratização da cidade e seus desdobramentos na democratização da escola. As fontes de análise utilizadas foram documentos básicos sobre a política educacional da época, os principais autores que serviram como referência teórica para projeto, entre eles Paulo Freire, Carlos Brandão, Vygotsky, Gramsci e Karl Marx. O estudo mostra que a Escola Cidadã foi um projeto contra-hegemônico, baseada em valores solidários, cooperativos e coletivos. É um contraponto à mercoescola, sustentada pelos valores neoliberais do modelo de mercado, como a competição, o individualismo, empreendedorismo e a meritocracia. </span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Times New Roman','serif';">Palavras-chave: Escola cidadã. Democracia. Mercoescola. Ciclos de Formação. Avaliação Emancipatória.</span></p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/487PROJETO CONSTITUINTE ESCOLAR: UM LEGADO DA EXPERIÊNCIA DA ESCOLA CIDADÃ EM PORTO ALEGRE/RS2020-12-31T17:09:10+00:00Ana Lúcia Souza de Freitas0311anafreitas@gmail.com<p>O artigo apresenta a experiência do Projeto Constituinte Escolar, que deu origem ao Documento-Referência da Escola Cidadã em Porto Alegre. Dá destaque ao processo participativo realizado com todos os segmentos da comunidade escolar e analisa alguns dos princípios e conceitos estruturantes da concepção de Escola Cidadã gestada no contexto da política educacional da Administração Popular neste período (1993-1996). As considerações finais convidam ao diálogo sobre o legado do Projeto Constituinte Escolar, levando em conta suas contribuições para a reflexão sobre a atualidade dos desafios da Escola Cidadã em Porto Alegre.</p> <p> </p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/486PESQUISAFORMAÇÃO NARRATIVA (AUTO)BIOGRÁFICA E A ESCRITA DE CARTAS COMO MODO DE DIZER-SER2020-12-31T14:26:02+00:00Juliana Vieirajuvieira.educ@gmail.comInês Ferreira de Souza Bragançainesbraganca@uol.com.br<p>A escrita narrativa sempre foi companhia durante a vida pessoal e trajetória profissional da professora-pesquisadora-narradora. Inventariar, fazer passar o ar entre os guardados da vida e da profissão, encontrar as cartas escritas por mim para destinatários diversos, em diferentes tempos e espaços de formação, em um movimento articulado à escrita do memorial fundamentado nessas cartas como objetos disparadores de memórias, nos fez perceber, eu e a minha orientadora, que as cartas poderiam ser, ao mesmo tempo que fontes da pesquisa, um material rico em possibilidades de diálogo entre as experiências nos/dos/com os cotidianos escolares e os contextos histórico-político-sociais da profissão docente e da formação de professoras/es. Do ponto de vista teoricometodológico, a escolha por uma <em>pesquisaformação </em>narrativa (auto)biográfica, que articula durante todo o percurso as três dimensões: <em>fontes</em> narrativas, o <em>registro</em> e também a forma de <em>produzir conhecimento</em>, se delineou como uma forma outra de pesquisar, onde o movimento reflexivo inicial-contínuo-permanente desloca a ênfase da materialidade das fontes propriamente ditas e dos possíveis resultados e/ou respostas, para o percurso (per)formativo que se dá no processo de pesquisar. Os caminhos e (des)caminhos, o roteiro prévio, bem como os desvios da pesquisa, provocaram a reflexividade na/da/com uma prática ressignificada e constituinte do docente-gente que ao narrar-pesquisar, pesquisar-narrar, busca criar um movimento dialógico de reflexão, (per)formação e constituição identitária que revelam e afirmam ou não, um modo de ser-estar na docência. </p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativahttps://www.criticaeducativa.ufscar.br:443/index.php/criticaeducativa/article/view/459PRAÇA COMUNITÁRIAS DE SUCATA NA “CIDADE SOL” - JEQUIÉ-BA: LUGAR DE BRINCADEIRA, PRESERVAÇÃO E APRENDIZAGEM SOCIAL2020-11-02T02:10:36+00:00Marilete Cardosomarilete.cardoso@uesb.edu.brAna Lúcia Santos Souzaanalucia02@uesb.edu.br<p>O presente artigo tem como objetivo analisar a potencialidade de duas praças públicas, de iniciativa comunitária, desde suas perspectivas históricas e das relações possíveis com o conceito de território educativo e democrático. Este trabalho é um recorte da pesquisa “O suco da sucata”, que investiga a potencialidade dos materiais não estruturados, para produção de brinquedos e brincadeiras para as crianças, em espaços públicos da cidade de Jequié- BA. A pesquisa ancora-se na abordagem qualitativa, de inspiração etnográfica, numa abordagem sócio-histórica e ancorado numa abordagem sociocultural de Freire, Gadotti, e Arroio, com argumentos da educação em espaço não-formal e os territórios lúdicos como espaços de diálogos constante entre educação e democracia. Os dados foram levantados por meio de aplicação de questionário (<em>online</em>), via e-mail, a duas cidadãs, idealizadoras de praças de cunho lúdico/comunitário. A análise evidenciou que as praças construídas com sucatas por iniciativa dos moradores, em espaços relegados pela gestão pública do município de Jequié-BA, se constituem, primeiramente, como um lugar de inventididade, de autenticidade e protagonismo cidadã, a fim de que todos: crianças, adolescentes jovens adultos e idosos, concebam o espaço como parte de si, além de potencializar as trocas e aprendizagens coletivas, por meio de eventos comunitários, ações de manutenção dos espaços, jogos e brincadeiras infantis. </p>2020-12-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2020 Crítica Educativa